Turismo

Câmara Municipal de Juiz de Fora (Palácio Barbosa Lima)

Rua Halfeld, 955 – Centro
O imponente edifício, construído em 1878, de volume quadrangular e recuado do alinhamento do passeio, é acessível através de escadaria frontal ladeada por pequenos jardins.

 Castelinho da Cemig

Rua Espírito Santo, 467 – Centro
Sede da antiga Companhia Mineira de Eletricidade foi construído em 1890. A edificação apresenta um ecletismo aplicado a edificações industriais, com nítida influência do romantismo.

Cine-Theatro Central

Praça João Pessoa, s/n – Centro
Com acústica perfeita, capacidade de público para 1851 pessoas, com seu palco projetado para receber os mais diversos espetáculos o Central é um espaço privilegiado e um dos poucos do gênero disponíveis atualmente no país. Considerado um dos dez melhores teatros do Brasil, tanto pela sua infra-estrutura, como pelo seu valor artístico-cultural tem sido palco das mais diversas manifestações artísticas. Sua história lhe dá o posto de um dos símbolos da história cultural e artística de Juiz de Fora e de Minas Gerais. Há visitas guiadas que tornarão a experiência do turista em um momento muito especial.
Segunda/Sexta, 9h/12h – 14h/17h. Sábado, 9h/12 h.

 Companhia Têxtil Bernardo Mascarenhas

Av. Getúlio Vargas, 200 – Centro
Em 1888, Bernardo Mascarenhas inaugurou a fábrica para a produção de brins de algodão e linho, sendo o projeto de autoria do engenheiro e arquiteto L. Sue. No local, hoje, funciona o Mercado Municipal, a Biblioteca Municipal Murilo Mendes e o Centro Cultural Bernardo Mascarenhas.

 Companhia Industrial e Construtora Pantaleone Arcuri

Praça Antônio Carlos com Av. Getúlio Vargas, esquina Rua Espírito Santo – Centro
Antiga sede da Companhia, um majestoso exemplar eclético, projetado pelo arquiteto Rafael Arcuri e construído em 1923.

 Edifício Clube Juiz de Fora

Av. Barão do Rio Branco, 2189 esquina com a Rua Halfeld – Centro
Projetado pelo arquiteto Francisco Bolonha, foi construído em 1955, utilizando preceitos modernistas, como brise-soleil, pilotis com recuo da loja e sobreloja, grandes aberturas e terraço-jardim. As fachadas receberam o painel-mural “Quatro Estações” e o mosaico “Cavalos”, ambos de autoria de Cândido Portinari.

 Marco Comemorativo do Centenário de Juiz de Fora

Praça da República – Poço Rico
Inaugurado em 1951, foi o primeiro projeto de monumento não-figurativo executado no país e o primeiro mosaico modernista situado em praça pública. Projeto de Arthur Arcuri e autoria de Di Cavalcanti.

 Usina de Marmelos

Estrada União e Indústria, s/n
A primeira Usina Hidrelétrica da América do Sul, construída por iniciativa de Bernardo Mascarenhas e inaugurada em 1889. Aberto a visitação.

Universidade Federal de Juiz de Fora

Instituição de ensino superior que está localizada na parte alta da cidade, próxima ao Bairro São Pedro. Seu Campus ocupa uma área de 1.325.811 m², e é também um local de lazer e descanso para a comunidade.

Morro do Imperador

Conhecido também como Morro do Cristo e Morro da Liberdade, o Morro do Imperador, a 1.492 m do nível do mar, é um dos pontos mais altos de Juiz de Fora. É assim denominado porque, em 1861, D. Pedro II o escalou para apreciar a vista da cidade. Possui uma capela e um monumento do Cristo Redentor, símbolo da vitória contra uma epidemia que assolou o município.

Museu Mariano Procópio

Rua Dom Pedro II, 350 – Mariano Procópio
Tel. 3211 1145
A história do museu está ligada ao surgimento da Estrada União Indústria, que une Juiz de Fora a Petrópolis. Foi o primeiro museu surgido em Minas Gerais, fundado em 1915 por Alfredo Ferreira Lage, abrigando atualmente um dos principais acervos do país, com aproximadamente 45 mil peças. Seu conjunto arquitetônico compreende dois edifícios: a Villa Ferreira Lage, construída entre 1856 e 1861, e um prédio anexo inaugurado em 1922. As peças presentes no Museu Mariano Procópio refletem, em quase sua totalidade, as influências culturais do século XIX e princípio do século XX, seguindo principalmente o gosto de Ferreira Lage. Trata-se de um dos principais acervos do período imperial brasileiro – em sua maior parte originário do Palácio São Cristóvão, antiga residência de D. Pedro II. Quanto às pinturas, um dos maiores destaques é o quadro “Tiradentes Esquartejado”, de autoria de Pedro Américo.

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